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sexta-feira, 7 de abril de 2017

TERCEIRIZAÇÃO – SOBRE O QUE PENSO SOBRE A LEGISLAÇÃO E O DESEMPREGO 2ª Parte.

TERCEIRIZAÇÃO – SOBRE O QUE PENSO SOBRE A LEGISLAÇÃO E O DESEMPREGO




Industria
Um pouco do passado para entendermos o presente e o contexto acima o porque na maioria das vezes o desemprego no Brasil. No século 20 as pessoas como meus pais diziam que vinham para São Paulo e Rio de Janeiro porque se encontrava dinheiro até  varrendo as causadas, isto era um dito popular. Com a dificuldade que eles começaram a passar na agricultura na época começou-se a migração de pessoas para os grandes centros em busca de novas oportunidades e nos centros ficavam sempre próximo a estações de trem e rodoviárias homens com veículos chamando pessoas para trabalhar em industrias  em casa de famílias e outro tipo de emprego que estava se iniciando na época. E assim as pessoas se sentiam uteis estas pessoas foram os que fizeram as grandes periferias que existem hoje os que aproveitaram as oportunidades se tornaram até mesmo empreendedores. Logo com o crescimento das industrias começaram aparecer outras  empresas de prestação de serviços diversos como técnicos de maquinas, eletricistas, jardineiros, pedreiros e tantos outros.




Assim novos negócios se criaram e também se instalaram aqui empresas prestadoras de serviços e bancos até mesmo multinacionais que se instalavam nas cidades, entre elas seguradoras e tantas outras empresas do mercado de prestação de serviço e assim já aparecia também em alguns postos a terceirização.

Mas  neste meio começaram a acontecer as reivindicações por vários motivos, mas deixo destacado dois um porque muitos patrões até por virem descendentes da Europa e tinham ainda a cultura escravagista acabavam oprimindo as pessoas como em muitos lugares existe isto até hoje, e em outro lado  algumas pessoas que colocavam dificuldade em tudo e achava o trabalho cansativo e procrastinavam em algum momento não generalizando, quando havia qualquer tipo de mudança reclamavam  e tinham dificuldades de adaptação neste contexto nasceram os sindicatos. Não estou aqui generalizando e nem dizendo que sindicato é ruim embora eu particularmente nunca gostei deles e não é ninguém que fez minha cabeça eu não gosto e pronto. Enfim continuando e além dos sindicatos o governo viu nisto uma oportunidade de ganhar lucro criando  os impostos e encargos e as cobranças de taxas por qualquer coisa não que imposto não existia antes, mas foram inteligentemente aumentado e com isto vimos em grande massa serem fechados várias industrias, empresas e bancos que foram embora ou acabou e assim acabando-se  com milhares de empregos. 

matarazzo
Para alguns podem até falar que isto é por conta da automação industrial que também se iniciava neste mesmo tempo, mas para mim não é porque se uma empresa se mantem de pé e rica em meio a tanta crise ela também se automatiza, mas quando é afetado diretamente sem capital por conta de tantos processos ela acaba temos o  exemplo da Unilever que tem quase 100 anos. No entanto já nos anos 1970 do século passado podíamos ver no velho centro de SP e bairros adjacentes industrias fechadas e abandonadas. Que se transformaram em templos evangélicos e e outra em escombro e prédios velhos abandonados que até hoje nada foi feito deles. Em se tratando de industrias fechadas no Brasil, basta andar na região onde moro, por exemplo, em alguns quarteirões que  contabilizamos várias, uma das maiores que fechou aqui na região foi a fabrica de cimento que além de oferecer na época empregos diretos também oferecia indiretos a industrias Matarazzo na Barra Funda,  industria de eletrodomésticos e outras,  enfim é só andar no antigo canteiro industrial que existia na região oeste de SP todas praticamente fechadas isto estou dizendo das regiões que conheço e onde não conheço? 


Hoje vemos muitos prédios abandonados e terras que eram usadas para plantar para alimentar e criar gados. Quantas chácaras abandonadas e sítios que hoje são invadidos por movimentos e até por pessoas que não fazem parte de movimento nenhum mais que se apoderam destas terras e prédios e passam a morar ou vender clandestinamente sem nenhuma fiscalização até porque no Brasil é assim se você é uma industria ou empresa, ou do campo que emprega pessoas e mesmo pagando pouco tenta dar uma dignidade a quem não tem logo aparece os fiscais disto ou daquilo e fecha sua fabrica/empresa, ou toma a sua terra, passa os anos você não tem como retomar e quem lhe tomou por bel prazer para "cumprir leis" não faz nada no local, abrindo portas para que outros invadam e depois que invade tem a questão de uso campeão e outras proteção com que faz com que o invasor passe a ser dono e não pagam nenhum imposto ou outra cobrança como energia, etc.

Mas enfim  continuando depois de tudo isto  já no final dos anos 1990 para dar uma arrumada na casa e maquiar pelo menos um pouco a falta de emprego, onde quem não lembra do desemprego desenfreado que ouve naquela época também o que fizeram já que o pais não era mais tão industrial passaram a aparecer os armazéns que começou a ocupar os espaços, onde surgiram as logísticas e os mercados atacadistas, que nada mais são do que terceirização de serviço. No negócio das logísticas também mudaram a maneira de se carregar as cargas que era por trilhos passou a ser por estradas e as viagens de longa distancia também fazendo com que muitas linhas férreas encerrasse suas atividades também diminuindo empregos neste setor. Neste mesmo caminho os bancos para poder aumentar seu capital passou a criar contas para pessoas físicas coisa que antes não existia no século 20 as pessoas recebiam seu salário em envelopes que por sinal era inseguro para o trabalhador e também para  a empresa por conta de assalto, quando os bancos passaram a receber estes tipo de clientes eles tiveram uma maior demanda e para isto precisaram de mais funcionários onde eles conseguiram este trabalho foi na terceirização  e assim começou aparecer também os Call centers  que foram os maiores tomadores de serviço neste setor para atendimento e as logísticas para armazenamento  e a confecção  de cartões eram realizadas por gráficas próprias de bancos passaram a serem confeccionados por terceiras como, por exemplo, a American Bank note,  serviços de entregas de cartões e cartas e tantos outros seguiram este caminho da terceirização.